🌿 5 Curiosidades sobre o Fornecimento de Canabidiol (CBD) pelo SUS para Quem Ainda Tem Receio

Se você tem preconceito contra o uso de produtos à base de Cannabis sativa para tratar doenças, é normal sentir dúvidas. Mas conhecer os fatos pode ajudar a entender por que o SUS (Sistema Único de Saúde) já oferece esses medicamentos. Veja 5 informações que vão surpreendê-lo:


1. O CBD não é “maconha recreativa”

O canabidiol (CBD) é um componente terapêutico extraído da planta Cannabis sativa, mas não causa efeito psicoativo (“barato”), cujo responsável pela euforia é o THC, presente em quantidades insignificantes ou nulas nos medicamentos do SUS ricos em CBD.


2. Médicos prescrevem, e o SUS aprova

O CBD é indicado por médicos após comprovação de que outros tratamentos falharam. O SUS só libera o medicamento após análise rigorosa de laudos, exames e relatórios. Não é algo “experimental”: é um tratamento reconhecido e regulamentado.


3. Crianças com epilepsia são as maiores beneficiadas

O SUS já fornece CBD para crianças e adolescentes com epilepsia grave que não respondem a remédios convencionais. Em muitos casos, o uso reduz as crises em até 70%, melhorando a qualidade de vida. Famílias que antes enfrentavam até 100 crises por dia hoje relatam dias de tranquilidade.


4. O Brasil segue exemplos mundiais

Países como EUA, Canadá e Alemanha já usam CBD há anos em hospitais. A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece seus benefícios e afirma que o CBD é seguro e não causa dependência. Não se trata de uma “moda”, mas de ciência.


5. O SUS só libera o medicamento em casos graves

Não é qualquer pessoa que consegue CBD pelo SUS. A aprovação exige:

  • Diagnóstico comprovado (ex.: epilepsia refratária, esclerose múltipla, etc. );
  • Falha em tratamentos tradicionais;
  • Acompanhamento médico contínuo.
    Ou seja: é um recurso para casos extremos, não um tratamento banalizado.

Por Que Isso é Importante?

O preconceito contra a cannabis medicinal muitas vezes vem da confusão entre uso recreativo e terapêutico. Enquanto o primeiro foi recentemente considerado ilícito administrativo pelo STF, o segundo é amparado por leis e pela medicina.

Se um familiar seu precisa desse tratamento, entenda:

  • O CBD não vicia;
  • Possui amplas comprovações científicas de eficácia no tratamento de epilepsias;
  • Salvou vidas de milhares de brasileiros.

Conclusão

A cannabis medicinal não é sobre “liberar drogas”, mas sobre oferecer dignidade a quem sofre. Se ainda tem dúvidas, converse com médicos ou famílias que já usam o tratamento. A saúde é um direito de todos, e o SUS está aí para garantir isso.


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